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PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS

 

 

Há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.
Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, menos um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás.
Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar".
E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.
Porquê?
Por que, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida mais do que ganhar sozinho, é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.

 

 

Atualmente há vinte e oito esportes reconhecidos pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC), sendo que um deles (dança esportiva em cadeira de rodas) não é disputado em Jogos Paralímpicos. O IPC, além de organizar os Jogos, é a entidade administradora de nove esportes. A Organização Internacional de Esportes para Deficientes administra seis esportes, e treze são administrados por federações internacionais próprias. A atualização mais recente do programa dos Jogos foi feita em dezembro de 2010, quando a canoagem e o triatlo foram adicionados pela primeira vez nos Jogos Paralímpicos de Verão de 2016, no Rio de Janeiro.

ESPORTES DO IPC

ATLETISMO
O atletismo paralímpico é praticado por atletas com deficiência física ou visual. Há provas de corrida, saltos, lançamentos e arremessos. Os competidores são divididos em grupos de acordo com o grau de deficiência. Nas corridas, os atletas com deficiência visual mais alta podem ser acompanhados por guias, ligados a eles por uma corda. Já entre os deficientes físicos, há corridas com o uso de próteses ou em cadeiras de rodas.
Gerenciado pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC). Para as provas de campo, como arremesso, lançamentos e saltos, aceita deficientes visuais, deficientes mentais, paralisias cerebrais, portadores de nanismo, cadeirantes, amputados e ainda aqueles que se enquadram no grupo “les autres”. Já nas provas de pista (corridas), dentre os já citados, apenas portadores de nanismo não podem participar.
Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Comitê Internacional Paralímpico de Atletismo - IPC Athletics

HALTEROFILISMO
Os atletas permanecem deitados em um banco, e executam um movimento conhecido como supino. A prova começa no momento em que a barra de apoio é retirada – com ou sem a ajuda do auxiliar central – deixando o braço totalmente estendido. O atleta flexiona o braço descendo a barra até a altura do peito. Em seguida, elevam-na até a posição inicial, finalizando o movimento. Hoje, competem atletas com deficiência física nos membros inferiores ou paralisia cerebral. As categorias são subdivididas pelo peso corporal de cada um. São dez categorias femininas e dez masculinas. O vencedor no Halterofilismo é aquele que levantar o maior peso. Caso haja empate, ganha o participante que tiver a menor massa corporal.
Coordenado pelo IPC e disponível para atletas com paralisia cerebral, lesões medulares, amputados dos membros inferiores e les autres que atendam aos requisitos mínimos.
Halterofilismo no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Levantamento de Peso Paralímpico

NATAÇÃO
A competição acontece com atletas de diversos tipos de deficiência (física e visual) nos quatro estilos: livre, costas, medley e peito. As adaptações são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do tapper (bastão com ponta de espuma), usados para bater levemente às costas dos deficientes visuais para avisá-los de que a borda da piscina está próxima. A largada também pode ser feita na água, no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência.
Coordenada pelo IPC com as regras da Federação Internacional de Natação. São diversas classes que se dividem em três principais categorias, sendo a primeira para atletas com limitações físico-motoras; a segunda para deficientes visuais e a terceira para deficientes mentais.
Natação no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Natação Paraolímpica

TIRO ESPORTIVO
É praticado por atletas portadores de deficiência física (amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras). Divide-se em três classes:
• SH1: atiradores que não precisam de suporte para a arma
• SH2: atiradores que precisam de suporte para a arma
• SH3: atiradores com deficiência visual
Rifles e pistolas de ar, com cartuchos de 4.5mm, são utilizados nas provas de 10 metros de distância. Já nos 25 metros, uma pistola de perfuração é utilizada com projéteis de 5.6mm. Rifles de perfuração e pistolas são as armas das provas de 50m, também com as balas de 5.6mm de diâmetro.
Regulado pelo IPC,
Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Tiro Esportivo paraolímpico

ESPORTES DA OIED

BOCHA (BOCCIA)
É praticada por atletas de ambos os sexos com elevado grau de paralisia cerebral ou deficiências severas e que usam cadeira de rodas. O objetivo é lançar as bolas coloridas o mais perto possível de uma branca (jack ou bolim). É permitido usar as mãos, os pés, instrumentos de auxílio e até ajudantes (calheiros) no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros.
Coordenada pela Associação Internacional dos Desportos e Recreação da Paralisia Cerebral (CP-ISRA)
Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Bocha

ESGRIMA EM CADEIRA DE RODAS
As pistas medem 4m de comprimento por 1,5m de largura, e as cadeiras de rodas ficam fixas ao chão. Se um dos esgrimistas mover a cadeira, o combate é interrompido.  Apesar de os atletas, em virtude da cadeira de rodas, ficarem mais afastados entre si, a baixa mobilidade do torso facilita os golpes, tornando as lutas mais rápidas que na versão tradicional. Há duelos de florete, espada e sabre. Para cada prova, há uma proteção específica para o competidor e para as cadeiras, além de regras para a pontuação ser validada.
Coordenada pela Federação Internacional de Esportes para Amputados e Cadeirantes (IWAS). Permite atletas com paralisia cerebral, amputados e lesões medulares. As limitações mínimas exigidas são deficiências dos membros inferiores de nível comparável a amputações até o joelho.
Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Esgrima em Cadeira de Rodas

FUTEBOL DE 5
Cada time é formado por cinco jogadores – quatro deficientes visuais na linha e um goleiro, que tem visão total e não pode ter participado de competições oficiais da Fifa. Entretanto, todos precisam usar vendas. As partidas normalmente são em uma quadra de futsal adaptada, mas desde Atenas também têm sido praticadas em campos de grama sintética e não há a regra do impedimento. A bola tem guizos internos para que os atletas consigam localizá-la. A torcida só pode se manifestar na hora do gol. O jogo tem dois tempos de 25 minutos e intervalo de 10 minutos.
É regulado pela Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA) seguindo as regras da FIFA. Permite apenas jogadores deficientes visuais, existindo a possibilidade de um atleta não-deficiente para a função de goleiro. Entretanto, todos precisam usar vendas.
Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Esportes para Cegos

FUTEBOL DE 7
O futebol de sete é praticado por atletas com paralisia cerebral de diferentes níveis, decorrente de seqüelas de traumatismo crânio-encefálico ou acidentes vasculares cerebrais. Cada time tem sete jogadores sendo os de maior comprometimento motor geralmente colocados na função de goleiro e cinco reservas. A partida dura 60 minutos, divididos em dois tempos de 30, com um intervalo de 15 minutos. Não existe regra para impedimento e a cobrança lateral pode ser feita com apenas uma das mãos, rolando a bola no chão.
Obedece à Associação Internacional dos Desportos e Recreação da Paralisia Cerebral (CP-ISRA), com o regulamento da FIFA.
Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Esportes e Recreação para Paralisia.

GOALBALL
Esporte desenvolvido exclusivamente para pessoas com deficiência visual. As partidas são realizadas em dois tempos de 12 minutos, com 3 minutos de intervalo. Cada equipe conta com três jogadores titulares e três reservas. De cada lado da quadra há um gol com 9m de largura e 1,30m de altura. Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. O arremesso deve ser rasteiro ou tocar pelo menos uma vez nas áreas obrigatórias. O objetivo é balançar a rede adversária. A bola possui um guizo em seu interior que emite sons para que os jogadores saibam sua direção. O goalball é um esporte baseado nas percepções tátil e auditiva, por isso não pode haver barulho no ginásio durante a partida.
Também sob a jurisdição da Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA), é um esporte exclusivo para deficientes visuais. Os atletas competem em três categorias, que englobam diferentes níveis de deficiência, desde cegueira total à certa acuidade visual – sendo que os atletas que não são totalmente cegos utilizam vendas.
Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Esportes para Cegos

JUDÔ
A modalidade é disputada por atletas com deficiência visual divididos em categorias de acordo com o peso. Com até cinco minutos de duração, as lutas acontecem sob as mesmas regras utilizadas pela Federação Internacional de Judô, com pequenas modificações em relação ao judô convencional. A principal delas é que o atleta inicia a luta já em contato com o quimono do oponente. Além disso, a luta é interrompida quando há perda desse contato e não há punições para quem sai da área de combate. Mulheres participaram pela primeira vez em Atenas 2004.
É dividida em três classes:
• B1: cegueira total
• B2: atletas que possuem percepção de vultos (com acuidade visual de até 2/60)
• B3: atletas que conseguem definir imagens (com acuidade visual entre 2 e 6/60)
Judô no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Esportes para Cegos

ESPORTES COM FEDERAÇÕES PRÓPRIAS

BASQUETE EM CADEIRA DE RODAS
O jogador deve quicar, arremessar ou passar a bola a cada dois toques dados na cadeira. As dimensões da quadra e a altura da cesta seguem o padrão do basquete olímpico. São disputados quatro quartos de 10 minutos cada.
Regulado pela Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF), é designado para atletas que possuem deficiências físicas que impedem correr e pular.
Os atletas recebem pontuação para suas classificações. As notas vão de 1 a 4, com classes decimais intermediárias para casos excepcionais que não se enquadram exatamente em uma categoria. Existe ainda a categoria 4,5 para jogadores com lesões mínimas – sendo que as equipes não podem jogar somando mais de 14 pontos.
Basquete em Cadeira de Rodas no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Basquete em Cadeiras de Rodas

HIPISMO
A modalidade disputada nos Jogos Paraolímpicos é apenas o adestramento. Praticado por atletas com vários tipos de deficiência, o esporte exige a execução de três reprises, sendo uma Freestyle (em que os atletas combinam seus movimentos com música), mostrando o controle do cavalo. O desempenho é avaliado por uma banca de juízes, e o conjunto com a melhor nota é o vencedor.
Regulado pela Federação Internacional de Equitação, possui quatro classes:
• Classe I: cadeirantes com pouco equilíbrio do tronco ou membros com as funções debilitadas, ou ainda sem nenhum equilíbrio no tronco, mas com membros funcionando bem;
• Classe II: cadeirantes ou debilidades severas no tronco ou bom equilíbrio do tronco, mas com debilidade unilateral severa
• Classe III: não-cadeirante com debilidade unilateral moderada ou cegos
• Classe IV: deficientes visuais de grau baixo ou com um ou mais membros debilitados
Hipismo no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Equestre Internacional

PARACANOAGEM
A paracanoagem utiliza caiaques, identificados pela letra K, e canoas havaianas, identificadas pela letra V. Competem na modalidade apenas atletas com deficiências físico-motoras. Todas as provas têm um percurso de 200 metros de extensão em linha reta e podem ser disputadas por homens e mulheres em embarcações individuais ou por ambos em barcos mistos.
Paracanoagem no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Paracanoagem

PARACICLISMO DE ESTRADA
Paralisados cerebrais, deficientes visuais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes), de ambos os sexos, competem no ciclismo adaptado.
É dividido em três classes:
• LC (Locomotor Cycling), para atletas com dificuldades de locomoção – que vão desde pequenos prejuízos nos membros inferiores, até amputados, passando por ciclistas que usam próteses;
• Tandem, para deficientes visuais. que pedalam em uma bicicleta dupla, sendo guiados por outra pessoa, que fica no banco da frente.;
• Handcycling, para atletas paraplégicos que usam um modelo adaptado de bicicleta, impulsionada com as mãos. Os ciclistas de cada categoria largam ao mesmo tempo. As competições são as mais longas da modalidade, com até 120 km de percurso.
O órgão responsável é a União Internacional de Ciclismo.
Paraciclismo no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)

PARACICLISMO DE PISTA
Como na disputa olímpica, é dividido em provas de contra relógio, perseguição e velocidade. No velódromo, as bicicletas não têm marchas e a competição ocorre em uma pista oval, que varia de 250m a 325m de extensão. Na prova de contra relógio, os atletas largam de um em um minuto, pedalando contra o tempo. Nesta prova, a posição dos ciclistas na pista não diz, necessariamente, a colocação real em que se encontram, pois tudo depende do tempo. Uma das bicicletas usadas nas provas de pista é a tandem, de dois lugares e que é usada pelos atletas com deficiência visual. O atleta-guia, que no caso do ciclismo chama-se piloto, fica no banco da frente.
Paraciclismo no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)

PARATRIATLO
Novidade para os Jogos Paralímpicos do Rio 2016 ao lado da paracanoagem, o paratriatlo agrega um percurso de 750 metros de natação, 20 quilômetros de ciclismo e cinco quilômetros de corrida. O paratriatlo é disputado por atletas com diferentes tipos de deficiência, como amputados, cadeirantes, deficientes visuais, paraplégicos e paralisia cerebral, entre outros.
Paratriatlo no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Paratriatlo

REMO
Todas as classes têm provas em percursos de 1000m, e os atletas são divididos entre aqueles fazem a propulsão só com os braços, com os braços e tronco e também os que utilizam braços, tronco e pernas. Há disputas no single skiff, double skiff e four skiff com timoneiro.
• Para braços (A1+): paralisia cerebral, prejuízo neurológico, perda de função motora no tronco e membros inferiores
• Para tronco e braços (TA2x): paralisia cerebral nível 5, amputados dos membros inferiores e prejuízos neurológicos equivalentes ao de uma lesão medular nível L4
• Para pernas, troncos e braços (LTA 4+): cegueira com até 10% da visão; paralisia cerebral nível 8; amputação de um pé ou de três dedos da mão; danos intelectuais e danos neurológicos com mínima perda motora.
Federação Internacional de Remo
Remo no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)

RÚGBI EM CADEIRA DE RODAS
Cada equipe possui quatro atletas e oito reservas, que sejam comprovadamente tetraplégicos, que são divididos em classes de acordo com a habilidade funcional.
Os jogos ocorrem em quadras de 15m de largura por 28m de comprimento e têm 4 períodos de 8 minutos. O objetivo é passar da linha do gol com as duas rodas da cadeira e a bola nas mãos. O rúgbi em cadeira de rodas é que não é dividido por gênero. Homens e mulheres jogam juntos em uma categoria mista.
Rúgbi em Cadeira de Rodas no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Rugby em Cadeira de Rodas - International Wheelchair Rugby Federation - IWRF

TÊNIS DE MESA
No tênis de mesa participam atletas do sexo masculino e feminino com paralisia cerebral, amputados e cadeirantes. As competições são divididas entre mesatenistas andantes e cadeirantes, com jogos individuais, em duplas ou por equipes.
Os participantes podem jogar com órteses, próteses, muletas e até um tênis com salto mais alto, para compensar a diferença no comprimento de uma das pernas. Também é permitido usar uma faixa ou bandagem para fixar melhor a raquete na mão utilizada, ou um extensor do cabo da raquete, entre outros recursos, que vão de acordo com a necessidade de cada atleta.
Coordenado pela Federação Internacional de Tênis de Mesa

Tênis de Mesa no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)

TÊNIS EM CADEIRA DE RODAS
Para competir, os atletas devem possuir perda total ou parcial de pelo menos uma das pernas.
As semelhanças com o esporte convencional são muitas, mas existe a chamada regra dos dois quiques, que determina que o atleta cadeirante precisa mandar a bola para o outro lado antes que ela toque no chão pela terceira vez. As cadeiras utilizadas também são esportivas, com rodas adaptadas para um melhor equilíbrio e mobilidade. Não há diferença em relação às raquetes e às bolas.
Tênis em Cadeira de Rodas no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Tênis em Cadeira de Rodas

TIRO COM ARCO
O Tiro com Arco paralímpico pode ser disputado por pessoas com amputações, paraplégicos e tetraplégicos, paralisia cerebral, doenças disfuncionais e progressivas, como a atrofia muscular e escleroses, com disfunções nas articulações, problemas na coluna e múltiplas-deficiências.Além das provas individuais, a modalidade ainda conta com a disputa por equipes, com três arqueiros em cada time. As regras do Tiro com Arco paralímpico são as mesmas do esporte olímpico.
• Tiro com Arco em Pé (ARST): atletas com algum grau de perda de potência nos membros inferiores
• Tiro com Arco em Cadeira de Rodas 1 (ARW1): tetraplégicos
• Tiro com Arco em Cadeira de Rodas 2 (ARW2): paraplegia e mobilidade articular limitada nas pernas
Tiro com Arco no site do Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)
Federação Internacional de Tiro com Arco Paraolímpico

VELA
Destinado a atletas amputados, com paralisia cerebral, deficiência visual, lesão medular e les autres. Três tipos de barco são utilizados nas competições paralímpicas: classe 2.4mR, tripulado por um único atleta; classe Sonar, com três velejadores; e o SKUD-18, para dois tripulantes paraplégicos, sendo obrigatoriamente um deles do sexo feminino.
As regatas são disputadas em percursos sinalizados com boias para que o atleta mostre todo seu conhecimento de velejador. Uma competição é composta por várias regatas, e o vencedor será aquele que tiver melhor resultado, após a somatória de todas as regatas.
A classificação se baseia em quatro fatores: estabilidade, função motora, mobilidade e visão. Os velejadores competem em três eventos, sendo o “Single-Person” e o “Three-Person” é aberto para a maioria dos grupos, e o “Two-Person” exclusivo para atletas com deficiência severa.
Federação Internacional de Vela Paraolímpica
Associação Internacional de Vela para Deficientes
Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB)

VÔLEI SENTADO
Podem competir amputados, principalmente dos membros inferiores; atletas com paralisia cerebral; lesionados na coluna vertebral; e pessoas com outros tipos de deficiência locomotora (sequelas de poliomielite, por exemplo). O contato com o chão deve ser mantido em toda e qualquer ação, sendo permitido perdê-lo somente nos deslocamentos.
É regulado pela Organização Mundial de Vôlei para Deficientes.

 

JOGOS PARALÍMPICOS DE VERÃO

Edição Cidade-sede Atletas
2020  Tóquio, Japão -
2016  Rio de Janeiro, Brasil -
2012  Londres, Reino Unido 4294
2008  Pequim, China 3951
2004  Atenas, Grécia 3806
2000  Sydney, Austrália 3843
1996  Atlanta, Estados Unidos 3195
1992  Barcelona, Espanha 3021
1988  Seul, Coréia do Sul 3013
1984  Stoke Mandeville, Reino Unido
 Nova York, Estados Unidos
1100
1800
1980  Arnhem, Países Baixos 1973
1976  Toronto, Canadá 1657
1972  Heidelberg, Alemanha Ocidental 984
1968  Tel Aviv, Israel 750
1964  Tóquio, Japão 375
1960  Roma, Itália 400
 

JOGOS PARALÍMPICOS DE INVERNO

Edição Cidade-sede Atletas
2018  Pyeongchang, Coréia do Sul -
2014  Sóchi, Rússia 575
2010  Vancouver, Canadá 502
2006  Turim, Itália 474
2002  Salt Lake City, Estados Unidos 416
1998  Nagano, Japão 571
1994  Lillehammer, Noruega 492
1992  Albertville, França 475
1988  Innsbruck, Áustria 398
1984  Innsbruck, Áustria 457
1980  Geilo, Noruega 350
1976  Örnsköldsvik, Suécia 250+
 

Até a edição em 2008, as Paralimpíadas, jogos esportivos envolvendo pessoas com algum tipo de deficiência, eram chamadas no Brasil de Paraolimpíadas. No entanto, em novembro do ano passado, durante o lançamento da logomarca dos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio, o nome dos jogos perdeu a letra “o” e passou a ser chamado de Paralimpíadas a pedido do Comitê Paralímpico Internacional.

A intenção foi igualar o nome ao uso de todos os outros países de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, onde já se usava o termo Paralimpíadas. Além disso, a palavra "olimpíadas" é referente à outra organização esportiva, o Comitê Olímpico Internacional.

A palavra vem do inglês "paralympic", que mistura o início do termo "paraplegic" e com o final de "olympics" para designar o atleta paralímpico."

Fonte: G1.globo.com Vestibular e Educação

 

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