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LUTA DE BRAÇO

 

Luta de Braço, Queda de Braço ou Braço de Ferro são algumas das formas de denominar esse que pode ser o esporte mais antigo do mundo. A modalidade alia força e técnica, mas também exerce um importante papel de inclusão.
A Confederação Brasileira de Luta de Braço e Halterofilismo (CBLBH) realiza campeonatos em diversas categorias, inclusive entre pessoas com deficiência, que têm suas próprias classes para praticar o esporte.

HISTÓRIA DA QUEDA DE BRAÇO

Segundo relatos históricos, civilizações arcaicas como Egito, Grécia e Roma já duelavam na modalidade ainda antes de Cristo. Esculturas, pinturas, hieróglifos e outros registros atestam a longevidade da prática.
No Brasil, o Braço de Ferro, como é mais conhecido, tornou-se esporte na década de 1950, quando um jornal esportivo organizava torneios no país. Pouco tempo depois, em 1967, foi fundada a World Armwrestling Federation (WAF), organização mundial que regulamenta a prática. Atualmente, são cerca de 117 nações filiadas, sendo a verde-amarela uma delas.
Desde 1980, o país vem marcando presença em todos os campeonatos mundiais realizados anualmente. Nesse período, o Brasil organizou três torneios (1981, 1995 e 2005). Além da queda de braço, a CBLBH, a partir de 2002, também começou a desenvolver a modalidade de Halterofilismo Paralímpico.

REGRAS DO ESPORTE

As informações vêm do regimento da CBLBH, confederação filiada à entidade mundial que regulamenta o esporte.
- Os Competidores devem se apresentar com os braços nus e as unhas bem aparadas
- O cotovelo do braço de combate precisa estar apoiado num suporte adequado; além disso, a mão que estiver livre deve segurar um pino lateral
- As mãos devem estar alinhadas no centro da mesa, com os polegares unidos e entrelaçados; os pulsos não podem estar curvados ou dobrados, mas, sim, alinhados
- A duração de cada luta é ilimitada, mas há um descanso de 30 segundos após uma falta ser assinalada; depois desse período, os atletas têm até um minuto para se alinharem novamente - caso isso não ocorra, o árbitro deve realizar o procedimento.
- Haverá dois árbitros, um central para o alinhamento do punhos e sinal de partida e o outro auxiliando para que não haja faltas.
- O árbitro central tem poder de paralisar uma luta se perceber algum risco de lesão.

Movimentos proibidos e práticas desclassificatórias.
Em uma luta de queda de braço não se pode, em hipótese alguma:
- Perder o contato entre o cotovelo e o apoio de mesa
- Soltar a mão ou abri-la após o sinal de partida
- Largar a mão livre do pino
- Manter o pulso dobrado em posição perdedora por mais de 15 segundos
- Tirar os dois pés do chão.

Qualquer uma dessas advertências é passível de punição. Cada duas faltas equivalem a uma derrota. Alguma atitude desleal ao oponente ou uma infração realizada durante a posição perdedora pode levar à desclassificação automática.

 

 

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